Plenária Nacional aprova carreira típica de Estado como eixo de reivindicação

Agora é momento de unificarmos a categoria em torno dessa pauta e construirmos a luta.

O Coletivo Mudança e Renovação vem a público agradecer a todos os Colegas, Servidores(as) do INSS que, nos últimos dias, atenderam o nosso chamado para participar do Fórum Nacional chamado pelo M&R, do Encontro Nacional dos Servidores do INSS e Plenária Nacional da FENASPS.

Destacamos que a participação massiva dos colegas nos fóruns serviu para colocar o debate sobre as questões que afetam nosso trabalho, tais como a qualidade do atendimento prestado a população e a carreira do Seguro Social e,  sobretudo, para demonstrar que temos disposição e forca para resistir aos ataques que estão dados e ainda aos que virão.

Foi possível demonstrar que, embora as alterações nos processos de trabalho do INSS tenham nos colocado em espaços separados, somos capazes de construir uma pauta que nos unifique, na defesa da Carreira do Seguro Social enquanto Carreira de Estado, na defesa dos direitos historicamente conquistados, bem como na necessidade de se rediscutir as metas e pontuação, com a premissa que o trabalho que executamos, dada a sua especialidade, complexidade e importância social, não pode ser transformado em uma linha de produção. E sobretudo na defesa intransigente de um INSS  de qualidade para a população.

Ressaltamos que o debate sobre a necessidade de que o fortalecimento da carreira do seguro social tenha centralidade na nossa pauta de reivindicação já vem sendo travada pelo Coletivo Mudança e Renovação por um longo tempo. Neste sentido, na Plenária Nacional da FENASPS realizada no último sábado, apesar de todos os percalços e inconvenientes, conseguimos um importante avanço que foi pautar e aprovar a carreira típica de Estado como um dos eixos de reivindicação. Este avanço foi fruto da mobilização, organização e luta da categoria.

Por fim, ressaltamos a importância dos espaços sindicais e continuaremos na luta para que eles sejam abertos a toda a categoria, para que as decisões de base sejam respeitadas e ouvidas, justamente porque entendemos que o trabalhador é a razão de ser desses espaços e somente com a participação cada vez mais efetiva poderemos aglutinar forças e construir mobilizações fortes o suficiente para resistir aos ataques.

Agora é hora de construir a mobilização e a luta efetiva. Nesta semana estaremos novamente em Brasília, batalhando pela derrota da PEC 32 e pelo reconhecimento das atividades desenvolvidas pela carreira do seguro social como típicas de Estado, como salvaguarda para que a previdência social continue sendo 100% pública.

É momento de unidade para lutarmos por nossas reivindicações.