RESISTIR OU SUCUMBIR eis a opção!


Desde o início convidamos os servidores do INSS a refletirem sobre a necessidade de se apropriarem da discussão dos fluxos e processos de trabalho e da importância de fazermos incidência nesta discussão.
Alertamos que o Bônus (VEJA AQUI) por si só não é um problema, visto que trata-se de política optativa apresentada pela gestão da autarquia, bem como há condições objetivas de sobrevivência. Posto isto, o grande problema é a avaliação que a gestão faria da adesão dos servidores ao referido Programa e os reflexos dela em nossa jornada ordinária de trabalho.Assim como alertamos àqueles servidores que em Grupos de Trabalho e/ou polo digital apresentavam uma produção surreal, fazendo verdadeiras competições dos “Tops” da Concessão, que esta postura seria cobrada e que a conta infelizmente seria coletiva.


É óbvio que a adesão ao Programa é de livre escolha, assim como a participação nos GT´s,  mas a fixação de metas de produtividade influenciadas pela avaliação da gestão dos números de adesão ao programa ou da produção nos polos/GT´s, com reflexos diretos na nossa jornada ordinária de trabalho não teria caráter temporário, muito menos optativo, atingindo inclusive quem não fez a opção pelo programa. Uma coisa é um servidor OPTAR por fazer um extra, outra coisa é ser submetido diariamente a uma rotina de trabalho com pressões por atingimento de metas inexequíveis, pelo menos inexequíveis em uma jornada que nos propicie manter a sanidade. As denúncias dos colegas nas redes sociais, dando conta de atrelamento das metas a permanência do REAT, (VEJA AQUI a minuta) bem como a entrevista do Presidente (VEJA AQUI) dizendo claramente que para resolver o problema estrutural do INSS de acúmulo de processos e demora na análise irá usar a Gratificação Financeira como “instrumento de coerção” para os servidores produzirem mais. 

Atentem-se que o Presidente do INSS não está falando da parte individual da GDASS, mas daquela parte institucional, que certamente não pode ser colocada na conta dos servidores pois envolve aspectos de gestão, falta de servidores, agências sem equipamentos adequados, uma enormidade de agências operando no digital com 512kb e o temor pela iminente REFORMA DA PREVIDÊNCIA, que com certeza vem impactando no número de pedidos de benefícios. Resumo da ÓPERA: REAT novamente utilizado como instrumento de coerção e ameaça expressa de impacto financeiro na GDASS se as metas não forem atingidas. 

Dito isto, reafirmamos que mais do que nunca é necessário que os colegas saiam do processo de catarse em que se encontram e pensem em seu próprio futuro. Precisamos de unidade em torno de uma pauta comum: Nossos empregos.
Temos que alavancar a discussão de uma carreira que de fato nos garanta atribuições específicas e indelegáveis, temos que nos apropriar da discussão dos fluxos e processos de trabalho e incidir na discussão de forma a construir metas exequíveis. Importante assim realizarmos seminários, grupos de trabalhos estaduais e nacional com o seguinte eixo: a) condições de trabalhos e b) carreira, visto que são dois pontos intrínseco e não podem ser tratados de forma separadas. 
Precisamos assim debater e conhecer as múltiplas realidades que estão ocorrendo nas unidades do INSS e nos Estados, pois caso contrário fatalmente sucumbiremos.

Para isto é necessário MOBILIZAÇÃO. Mande sua sugestão para mobilizarmos (AQUI)

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Mudança e Renovação
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